Criado por pablosouza | assunto Composições | em 07-02-2012
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Mais uma nova canção de Pablo Souza, dessa vez parceria com Adylson Franzini (pra quem quiser conhecer um pouco mais o trabalho dele e do Dona Flor acesse o link: http://www.donaflormpb.com.br/)
Labirinto
Pablo souza – Adylson Franzini
Violão: Adylson Franzini
Voz: Alessandra Cintra
Ja paira no ar
Um acorde um tom,
Um zumbido já me toca um som
Renascendo um prazer em compor
Floresce em minh’alma
Notas musicais
Criado por pablosouza | assunto Textos | em 09-02-2011
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Dias atrás batendo um papo com um amigo sexagenário, com quem gosto muito de conversar e há tempos não o via, dentre os diversos assuntos que falamos óbvio que as questões de relação humana também fariam parte, a certa hora falávamos sobre o autocontrole, então ele me contou um caso que gostaria de compartilhar com você.

- Autocontrole
Um rapaz, por qualquer motivo, às vezes até coisas sem importância estourava com as pessoas em especial com seus pais. O pai, cansado de conversar, não sabia mais o que fazer para acalmar o rapaz e fazê-lo enxergar o mal que fazia, para os outros e pra ele próprio. Um dia, esse pai chega no quarto do rapaz e entrega a ele um saco de pregos, o garoto pergunta: pra que isso pai? Então ele explicou, aquilo que parecia até uma brincadeira, dise o pai: Meu filho, cada vez que você perder a paciência, estourar com alguém que ama faça o seguinte, pregue um desses atrás da porta e se foi. Logo no primeiro dia, o rapaz pregou 40, porém, à medida que as semanas passavam ele ia controlando seu gênio, e pregava cada vez menos. Com o passar do tempo, o rapaz descobriu que era mais fácil se controlar do que pregar pregos na porta. Então, chegou ao estágio em que conseguia se controlar o dia todo.
Criado por pablosouza | assunto Textos | em 07-02-2011
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Certo dia um amigo me contou uma histórinha sobre o poeta brasileiro Olavo Bilac, dizia esse amigo que certa feita, um conhecido de Olavo, um comerciante que tinha um sítio encontrou o poeta pela rua e fez um pedido: Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Será que poderia redigir o anúncio para o jornal? O poeta, pegou lápis e papel e escreveu:
“Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortado por cristalinas e merejantes águas de um lindo ribeirão. A casa, banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranqüila das tardes na varanda.”

Olhos fechados para os nossos tesouros.
Criado por pablosouza | assunto Textos | em 05-02-2011
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Certa vez, um taxista rodava tranquilamente com seu veículo quando de repente um outro carro ao sair de um estacionamento loucamente, entrou à frente do táxi, o motorista do táxi pisou no freio, deu aquela “rabiada”, deslizou e tirou uma fina do carro, foi por um triz. O outro motorista, começou a gritar, buzinar, xingar o taxista, que muito amigavelmente sorriu e acenou para ele e fez sinal de positivo. Perguntei: porque fez isso?
Ele muito sereno me deu uma explicação muito simples e que me deixou bastante satisfeito, que hoje chamo de síndrome de lixeiro.
Criado por pablosouza | assunto Composições | em 01-02-2011
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Era manhã do dia 20/10/2008 um telefonema marcou meu dia, aquele dia.
O interlocutor dizia, morreu Luiz Carlos da Vila, demorei a digerir a informação, não podia acreditar.
Desligo o telefone e tento voltar às obrigações do dia normal de trabalho.
De repente, começo a escrever como numa psicografia, como num lapso de Paulo César Pinheiro no poema Ofício.
Não sei quantos minutos durou o transe, sei que retornei e ela estava lá, pronta, mágica. E em mais um mágico momento da vida, da morte e da música o MSN me avisa que Markinho Dikuã estava online, o chamei e dei a triste notícia.
Criado por pablosouza | assunto Textos | em 31-01-2011
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Queria eu, escrever como Quintana
Não pra tocar o coração, mas chegar à sua alma balzaquiana
Mulher que ama, simplesmente ama
Na cobertura ou na cabana
Não é senhora nem mucama
E assim te escrever num aerograma
Um poema figurativo, figurado caligrama
Ai como eu queria, escrever como Quintana