Criado por pablosouza | assunto Sociedade | em 07-07-2011
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Você deve estar se perguntando o que esse louco quer dizer com o título desse artigo, eu explico.
Dentro de toda essa pornografia que o governo do Rio de Janeiro (lê-se Sergio Cabral) têm feito com os nosso queridos profissionais do Corpo de Bombeiros descobrimos mais uma, dessa vez através dos quadros mais altos da corporação.
Criado por pablosouza | assunto Geral, Textos | em 18-01-2011
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Maneiras de dizer são essenciais à sociabilidade humana e, com mais razão ainda, ao mundo político. Uma ação bem-sucedida, a que alcança seus objetivos, depende, e muito, de como as coisas são apresentadas, do tom da voz, do modo de escrever ao argumento propriamente dito. Quantas vezes observamos em nossa vida cotidiana que algo saiu “errado” pelo uso de uma palavra inconveniente, uma frase mal colocada ou um gesto indevido.
Uma aproximação amorosa se vê freada, quando não literalmente fracassada, pelo emprego de uma expressão mal usada, produzindo o afastamento. Quantos amigos de longa data nunca mais se falaram porque não se entenderam, porque suas falas ou seus escritos não foram devidamente “compreendidos”. As histórias da literatura e da filosofia estão cheias de casos desse tipo. No mundo político, por sua vez, a forma de dizer e a de escrever são, por assim dizer, tudo, sobretudo em Estados democráticos que adotam procedimentos baseados em discursos, eleições, formação da opinião pública, efeitos retóricos e demagógicos. Instituições independentes como o Executivo, o Legislativo e o Judiciário empregam suas respectivas linguagens. Se um discurso não “pega”, um político e um partido podem ver frustrados os seus projetos.
Criado por pablosouza | assunto Geral, Textos | em 17-01-2011
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Não passa de escapismo político a tentativa de alguns governantes de atribuir a fenômenos naturais os dramas que, periodicamente, afligem as populações de determinadas áreas e às vezes se transformam em imensa tragédia humana, como ocorreu na região serrana do Rio de Janeiro. As pessoas não morrem por causa das chuvas, disse ao Estado a diretora do Centro para a Pesquisa da Epidemiologia de Desastres, Debarati Guha-Sapir, considerada uma das maiores especialistas do mundo em desastres naturais. As pessoas morrem porque “não há vontade política para resolver seus dramas, que se repetem ano após ano”. A principal causa de tantas mortes em desastres naturais é o descaso político, resume ela.